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Empresas e entidades ligadas à comunicação trabalham pela regulamentação do setor em Toledo

Enviado por vbeal em dez 4, 2009 em Coluna do Beal

Que a cidade de Toledo cresce e se desenvolve a passos largos nos últimos anos é notório e pode ser atribuído ao espírito empreendedor e de responsabilidade dos empresários e colaboradores que, buscam através de capacitação, investimentos e muita determinação, a expansão dos negócios dentro e fora do município. E não é diferente no setor da comunicação. Os veículos de comunicação e as agências de propaganda estão cada vez mais profissionalizados e busca fazer com o que o setor tenha um reconhecimento por estas ações.

         Neste sentindo é que o Núcleo Setorial das Agências de Propaganda, o NAP, vem elaborando um documento que contém dados estatísticos sobre como está o setor, principalmente no que tange às suas deficiências e necessidades, caracterizando um relatório que visa a discussão com os órgãos públicos no que rege a regulamentação de algumas das ações de mídia. “Estamos discutindo sobre o tema há um ano, inclusive com os representantes das entidades envolvidas como a Associação Comercial e Empresarial de Toledo, Acit, Associação Toledana de Imprensa, ATI, e representantes dos órgãos públicos, que, como partes integrantes do mercado, não podem ser deixados fora da discussão. Após essa série de reuniões, elaboramos um documento oficial de como está o mercado publicitário de Toledo, seus pontos fortes e, principalmente, os pontos fracos, objetivo principal de nossa discussão”, comenta Victor Beal Filho, coordenador do NAP.

 

RELATÓRIO

 

         No dia 18 de novembro houve a última reunião para acertar os detalhes do relatório que será protocolado na prefeitura municipal. Além dos representantes das agências pertencentes ao NAP, esteve presente o presidente da ATI, Oscar Gaspar, que trouxe mais informações e dados a serem anexados ao documento, referentes a algumas das irregularidades que são praticadas usualmente na cidade. “A ATI se posiciona a favor do NAP e da ACIT em busca da discussão da regulamentação dos veículos de comunicação e do mercado publicitário, grande fomentador da mídia em Toledo”, confirma Oscar.

Este documento será protocolado nos próximos dias para que seja possível às entidades acima citadas, a realização de uma reunião com o prefeito e os secretários envolvidos, oportunizando a discussão, conjunta, deste mercado que afeta diretamente os empresários do setor. “O que estamos propondo é uma conversação sobre as regras do jogo, uma ampla regulamentação para o setor da propaganda e da comunicação, para que o Poder Público tenha o amparo e subsídio dos principais envolvidos no processo e as decisões tomadas para o setor seja consensual entre poder público e empresários visando beneficiar tanto o município quanto os agentes produtivos do setor”, explica o coordenador do NAP.

Questões como outdoors, carro de som, panfletagens, portal do anúncio e regulamentação desses veículos de mídia, são alguns dos apontamentos feitos pelo nosso relatório. ”Agora, aguardamos o momento de sentar com o poder público e discutir o futuro do setor de forma organizada e participativa, como rege um estado democrático”, finaliza.

         O NAP conta atualmente com as seis principais agências de propaganda de Toledo, que buscam unir as forças em prol do desenvolvimento do setor no município. São elas, Agência BASE Comunicação, Brava! Comunicação, Prop/, V Beal, Seta e Grécia Comunicação. Para conferir mais sobre o trabalho do NAP, o site é www.naptoledo.com.br.

 

(Assessoria de imprensa do NAP – Jornalista Daniel Meneghini DRT/PR 6632)

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Oreo Elevator, uma mídia diferente

Enviado por vbeal em ago 9, 2008 em Coluna do Beal

Algumas campanhas são tão simples e tão criativas que impressiona.
Algumas ações usam mídias inusitadas, tanto que ações em elevadores já são bem comuns, usando a porta, dentro do elevador, a fusão das duas que forma a idéia e por ai vai. Mas no caso da mídia
Oreo Elevator, o pessoal da DraftFCB de Nova York criou peças em elevadores panorâmicos. Nos Estados Unidos, uma das tradições mais antigas é molhar o biscoito Oreo no leite, biscoito este produzido pela Kraft Foods, e isso virou quase um ícone da marca Oreo, e é nisso que a ação faz de maneira simples e direta, molha o biscoito no leite. Veja o filme mostrando a ação.

Oreo Elevator from CL on Vimeo.

 
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Fiat Punto, mais uma sacada, o elevador não fecha!!!

Enviado por vbeal em mar 20, 2008 em Coluna do Beal

A Giovanni DraftFCB criou para o Fiat Punto uma ação que utiliza as portas dos elevadores do WTC (World Trade Center), em Sao Paulo. Os adesivos colados nas portas mostram em um lado a frente do modelo e em outro a traseira do carro. Nas bordas, o adesivo simula a parte interna do elevador. Quando as portas se fecham, criam a ilusao de que nao estao completamente fechadas veja a ultima foto da sequência mais abaixo. O espaço que parece existir refere o sensor de estacionamento do modelo, informaçao passada ao consumidor pelo texto numa das metades da porta.

fiat_punto.jpg

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Mantendo a cidade limpa com criatividade

Enviado por vbeal em mar 20, 2008 em Coluna do Beal

Em Dusseldorf, na Alemanha, marcações do garrafão de uma quadra de basquete foram feitas em torno de latas de lixo nas calçadas.

O objetivo era divulgar a equipe Dusseldorf Magics, em inicio de temporada, sugerindo a cada consumidor que ele também pode ser um astro do esporte acertando na cesta. Publicado pelo Directdaily.

A sacada já é até conhecida, mas ligar ao time de basquete da cidade ficou muito legal mesmo.

Lixo é cesta

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Abuso das agências ao assinar seus trabalhos

Enviado por vbeal em dez 22, 2007 em Coluna do Beal

Hoje não vou me alongar no post, até porque andei recebendo e-mails pedindo posts menores (rsss), apesar dos elogios. Mas vamos lá, o assunto é assinaturas de trabalhos. Nem vou entrar muito em direitos autorais, até porque tem bastante coisa na net mesmo sobre o assunto. O que tenho visto, ao menos aqui em Toledo, é um abuso das agências quando assinam seus trabalhos de mídia impressa, pois colocar o nome da agência em um anúncio é resguardar os direitos da peça para a agência e seus criadores, mas daí a colocar telefone, ou em impressos como tenho visto assinar dos dois lados já está virando abuso descarado.Algumas agências costumam até colocar o logo da agência, isso é até comum de se ver no Brasil todo, mesmo em minha opinião não achando legal também, basta assinar o nome da agência lá no cantinho e pronto. Sem falar no tamanho, algumas vezes vejo assinaturas de agências, maior que o subtítulo do anúncio, um abuso.

Esse negócio de colocar o telefone da agência acredito que venha das gráficas, muitas ainda fazem esse abuso também, o que é comum também se ver a assinatura a agência e ao lado, às vezes, se não na maioria das vezes a marca da gráfica maior ainda.

Aqui na nossa agência começamos um trabalho de padronizar a assinatura das peças, um tamanho padronizado com fonte Arial, e que tem um limite máximo para anúncio de página inteira e subseqüentemente para anúncios menores, o mesmo com impressos, um padrão, é claro que somente com o nome da agência e mais nada.

As agências precisam entender que não se pode fazer churrasco com a carne dos outros, basta assinarem o trabalho e pronto.

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O que será dos futuros publicitários de Toledo

Enviado por vbeal em dez 14, 2007 em Coluna do Beal

 Já faz um bom tempo que queria falar sobre este assunto aqui no nosso Blog, ou “brogão” como costumamos chamar aqui na agência, falar um pouco de como será ou serão os futuros publicitários de Toledo e região.Hoje temos um curso devidamente homologado de Comunicação Social em Propaganda e Publicidade na faculdade Fasul (http://www.fasul.com.br/), que vem colocando no mercado em média cem novos publicitários todos os anos, e ai ficam várias perguntas de quem já trabalha na área: - o mercado comporta esse número de profissionais? – a faculdade esta preparando esses novos profissionais de forma correta para atuarem no mercado? – o que a faculdade proporciona como prospecção futura a este mercado? – que valores a faculdade agrega ao setor profissionalizado futuro? Etc.

Essas perguntas são latentes para muitos de nós que já estamos no mercado, e a idéia aqui não é respondê-las, mas sim levantar algumas questões que eu acho que passam despercebidas, principalmente pelos docentes, coordenação do curso, mantenedora, proprietários de agencias de propaganda e empresas interessadas em contratar profissionais devidamente capacitados para o setor.

O primeiro questionamento que fiz foi se o mercado comporta esse número de profissionais, e é claro que atualmente não comporta não, pois somente em Toledo temos mais de 15 agências devidamente registradas, a maioria de pequeno porte e as maiores são de médio porte, assim fica claro que ou esses novos profissionais montarão as suas próprias agências na região ou o que é o mais provável e o que já acontece, esses profissionais acabam trabalhando em outro setor e não o para que se prepararão durante quatro anos.

O que nos leva automaticamente ao segundo questionamento aparecendo como resposta, o de que a faculdade não está preparando esses profissionais para o mercado de forma correta, de maneira nenhuma em minha opinião, já vi vários absurdos a que submetem os alunos, desde uma simples faixa na grama da faculdade com a campanha do vestibular, não que seja contra, mas não, pois ainda é uma mídia alternativa bastante usada no interior, mas uma instituição de ensino superior tem como obrigação dar o exemplo para que isso mude, para isso temos as tabuletas de outdoor em seu tamanho e numero de folhas padrão, os banners, que hoje chegam a qualidades impressionantes de resolução, ou então espaços pré-definidos pelas empresas para usar esse tipo de material PDV, mas com toda a certeza uma faixa de grama não é uma peça publicitária que um universitário queira ter em seu portfólio, e o pior é que o exemplo pega, tanto que a Unipar (http://www.unipar.com.br/) que também tem o mesmo curso mas no campus de Cascavel, sempre coloca também na sua entrada principal um monte de faixas, tem vezes que ao passar por lá acho que a faculdade está machucada ou quebrada de tão enfaixada que ela está, realmente uma vergonha, e porque, porque é o exemplo, amanhã lá da Unipar vão sair vários possíveis clientes para esses futuros publicitários, ai vocês acham que tipo de mídia eles vão pensar em usar? Nem preciso dizer.

Questionei também sobre a preparação futura, mesmo já tendo falado um pouco parágrafo anterior, vale levantar outros problemas, que cabem dentro dessa discussão, um problema latente na maioria das faculdades de propaganda do Brasil, os laboratórios, os chamados projetos experimentais, que são um absurdo em alguns casos. Calma eu explico o porque, e talvez possam me dar razão. Um exemplo simples, os alunos são submetidos a criar campanhas para o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) para empresas verdadeiras, hora muito legal isso, sim, para o cliente é excelente, ele tem uma campanha de primeira linha, feita a dez mãos, com a ajuda de professores e tudo mais, e tudo isso a custo zero, hora que legal, amanhã esses alunos vão estar atrás desse empresário para lhe oferecer seus serviços publicitários, ele teve um ótima noção de custo e valorização do profissional, se ele for esperto ele usa o que foi criado no planejamento e contrata um dos alunos que encabeçou o projeto, ótimo, custo benefício perfeito, e o resto dos alunos, tem vagas para eles ai, assim sou daqueles que defende como já acontece em muitas faculdades onde os projetos de TCC são feitos ou para produtos e/ou empresas fictícias, ou o que é mais legal para instituições sem fins lucrativos e/ou voltadas para filantropia, o que não falta por ai, assim realmente estaria fazendo um bem geral a estes futuros publicitários, pois nos que estamos no mercado fazemos a todo momento campanhas para este tipo de segmento de forma gratuita, isto para darmos a nossa contribuição, já imaginou uma faculdade fazendo o mesmo? Outro problema que as faculdades criam da mesma forma é enfraquecer o mercado como um todo, um exemplo que vi foi a faculdade fazer os alunos de Jornalismo fazerem um jornal institucional para empresas, e cobrar apenas o custo de impressão desses ou então, o que é pior, vender anúncios para custear este projeto. É absurdo não é, mas é verdade e aconteceu com a primeira turma de jornalismo da Fasul, e vejam até a onde o problema se estende. Além de repassar a responsabilidade da instituição de dar condições de financiar este tipo de projeto aos alunos, fazem com que os mesmos atuem totalmente fora da sua área, vendendo anúncios, queimando diretamente seus futuros parceiros os publicitários, e novamente mostrando ao empresariado que isso é barato e bom, como já explanei acima. Hoje não sei como esta, mas espero que um dia isso mude, e novamente, existem os jornais de faculdade para este tipo de laboratório.

Por fim, fica claro que as faculdades não estão agregando valores profissionalizantes para o mercado de trabalho a estes universitários, por isso, gostaria de falar de uma idéia que tenho faz algum tempo, e que poderia fortalecer o mercado como um todo. A idéia é simples, a faculdade trabalha em parceria com as agências locais, trabalhando um sistema de “Estágio de Concorrência” que funciona de forma simples, a faculdade disponibilizaria duas máquinas em sistema de comodato para cada agência parceira, em contra partida a agência compromete a avaliar seis alunos por ano em sistema de estagiário dentro da agência durante 1 ano em por um período de 4 anos, em contra partida a agência se compromete a contratar um desses estagiários a cada 2 anos assim que concluírem o curso. Sei que a logística parece complicada, e pode ser melhorada, mas vejamos o lado bom de tudo, a faculdade consegue dar uma nova oportunidade aos seus alunos, as agências por sua vez passam a ter a possibilidade de descobrir novos talentos, á custo praticamente zero, e ainda lhes da à possibilidade de projetar o crescimento da sua agência sem riscos de onerar custos a mesma no seu funcionamento, pois obterá lucro com esses estagiários, e retornará este lucro diretamente para os que forem escolhidos e contratados pela agência, já imaginou que depois do primeiro ciclo de contratações desses cem formando dez ou até mais deles já saem da faculdade com emprego garantido, e o mercado publicitário, cadê vez cresce mais, pois as agências passam a ter estrutura forte, e abre-se um novo leque de possibilidades. Essa idéia já é usada nos Estados Unidos há muito tempo, lá as faculdades costumam pagar para as agências abrirem espaço para esses futuros talentos, não só na propaganda em vários setores.

São apenas idéias, mas que podem ser amadurecidas pelas mantenedoras de ensino superior, e quem sabe colocadas em prática. A maioria delas já deveria estar acontecendo, e espero sinceramente que você Universitário, pense a respeito, e faça chegar estes questionamentos a sua instituição de ensino superior. Até porque já passou da hora de as mesmas pensarem um pouco no futuro dos que estão se formando, pensar em preparar o mercado de trabalho e não piorar o mesmo, pois da forma em que as coisas vão, vai chegar um dia em que ninguém vai querer fazer este tipo de curso, e ai sim deixaremos de ter a renovação natural e o sangue novo na propaganda regional, que acima de tudo, precisa melhorar e amadurecer muito, e com certeza o caminho é começando pelas faculdades, pois de lá saíram vários futuros clientes de diferentes áreas.

O dia em que as faculdades da região se preocuparem a quantas anda o mercado e se pretendem colocar seus estudantes nele, os futuros publicitários terão com certeza um ótimo mercado de trabalho.

Victor Beal Filho

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O que é a Coluna do Beal

Enviado por vbeal em dez 7, 2007 em Coluna do Beal
Como esta coluna do nosso Blog é para eu dar meus pitacos em tudo, para poder falar abertamente sobre vários assuntos, em sua maioria ligados a propaganda e marketing, mas sempre com a minha visão isenta de proprietário de Agência, ou seja falar abertamente sobre o que rola na propaganda local e regional, até nacional as vezes, o que geralmente acabo falando na sessão do Blog “Vídeos de Propagandas”. Aqui vale tanto elogiar as campanhas de concorrentes diretos e indiretos, até porque o que é bom deve ser elogiado, e olha que hoje em Toledo temos ótimos profissionais como também empresas, mas é claro que também quando achar necessário criticar alguma campanha com toda a certeza o farei, mas atualmente está difícil fazer isso, hoje as peças publicitárias de Toledo em geral são muito boas realmente, a qualidade hoje é altíssima.

 

O fato é que esta coluna é um espaço aberto, onde não preciso falar das campanhas da V.Beal e sim falar das campanhas das outras agências, que muitas vezes, a meu ver erroneamente, as agências esquecem, ou então tem medo de elogiar um bom trabalho dos concorrentes, até porque vale lembrar, que a concorrência é sadia em todos os aspectos, e porque não falar abertamente sobre ela, foi-se o tempo que se ganhava cliente falando mal da concorrência, se a concorrência não tem competência não consegue concorrer, o mercado hoje, é muito aberto, rápido, os clientes hoje são conhecedores do marketing, pelo menos a maioria.
Mas a idéia aqui é abrir o espaço, estudantes, por exemplo, necessitam de uma referencia sobre o que esta sendo feito localmente e regionalmente na área deles, profissionais também, precisam nortear-se sobre vários pontos que estarei abordando aqui, problemas que enfrentamos localmente, ética, etc.
É claro que a participação é importante, para isso existe os comentários em cada sessão, sei que ainda temos poucos acessos ao blog, até porque é novo, mas em uma semana já chegamos aos 100 acessos únicos, isso quer dizer que é contado um IP único por dia, o que mostra que tem uma galera entrando e lendo, e que com o tempo e ajuda de todos vamos criar um canal de debate legal sobre propaganda, publicidade e marketing.
Victor Beal Filho

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